A NECESSIDADE DE SE COMBATER OS MOVIMENTOS ANTIVACINA

A NECESSIDADE DE SE COMBATER OS MOVIMENTOS ANTIVACINA

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma-padrão da língua portuguesa sobre o tema A necessidade de se combater os movimentos antivacina. Apresente uma proposta de ação social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO 1



https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/movimento-antivacina

TEXTO 2

Uma nova pesquisa publicada, em março, na Revista Vaccine “It’s not all about autism: The emerging landscape of anti-vaccination sentiment on Facebook“ descobriu que o conteúdo anti-vax no Facebook agora adota crenças genuínas, incluindo a ideia de que a poliomielite não existe. Ainda de acordo com a reportagem, os pesquisadores descobriram que os anti-vaxxers agora incluem vários grupos distintos, incluindo pessoas vendendo remédios alternativos (como o iogurte para o HPV). O Dr. Peter Hotez, reitor da National School of Tropical Medicine Baylor College of Medicine (em inglês) afirma que isso tende a confirmar a profundidade e amplitude de como o Facebook está promovendo o movimento antivacina. Todos os anos, 1,5 milhões de crianças em todo o mundo morrem de doenças que podem ser evitadas com vacinas – e os chamados “anti-vaxxers” contribuem para isso. Para saber mais sobre os movimentos antivacina, a assessoria de comunicação da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) conversou com o Dr. Peter Hotez, cientista que explica em seu livro por que as vacinas não causam o autismo e por que os teóricos da conspiração precisam ser desafiados. Confira a entrevista abaixo na íntegra:

SBMT: Por que os movimentos antivacina ganham força no mundo?

Dr. Peter Hotez: Porque eles evoluíram de um grupo pequeno para se tornar seu próprio império de mídia com 500 websites impulsionados pelas redes sociais, especialmente pelo Facebook, mas também estão dominando o comércio eletrônico em sites como Amazon – a Amazon hoje é o maior promotor de falsos livros antivacinas. O ponto é que a maior parte das informações na internet sobre vacinas é falsa.

Veja mais em: https://www.sbmt.org.br/portal/anti-vaccine-movement-is-one-of-the-ten-threats-to-global-health/