VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: COMO COMBATER ESSE MAL?

VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: COMO COMBATER ESSE MAL?

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma-padrão da língua portuguesa sobre o tema: Violência obstétrica: como combater esse mal? Apresente uma proposta de ação social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO 1


https://profpatriciadonzele.blogspot.com/2018/09/violencia-obstetrica.html

TEXTO 2

O termo agrupa atos de desrespeito, assédio moral e físico, abuso e negligência, e só nos últimos anos vem sendo levado a sério por pioneiros na comunidade dos profissionais de saúde, administradores hospitalares e na Justiça. “Ir para uma instituição para ter filho e ser desrespeitada é um problema de saúde”, diz a obstetra Suzanne Serruya, diretora da Organização Pan-Americana da Saúde. Em 2014, a Organização Mundial da Saúde publicou um documento condenando a violência obstétrica. Ela afirma que essas práticas foram consideradas normais até o fim do século XX. Nos anos 1990, já havia atenção ao assunto entre defensores de direitos das mulheres, mas a maior parte da comunidade médica não considerava o tema merecedor de debate. O primeiro documento científico sobre falta de respeito no parto é de 2000. “Por 30 anos, as mulheres se posicionaram dizendo ‘não queremos ser maltratadas’. Finalmente, conseguiram mover instituições a tomar um posicionamento”, afirma Suzanne. Na Venezuela e no México, a legislação vigente em ambos países inclui um tópico específico sobre violência obstétrica. No Brasil, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia publicou que é preciso humanizar o parto e que produzirá uma cartilha “de boas práticas em obstetrícia”. Para Suzanne, o desrespeito para com a parturiente, sua criança e sua família ainda é uma prática comum e considerada normal em muitos hospitais e maternidades.

https://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/07/violencia-obstetrica-1-em-cada-4-brasileiras-diz-ter-sofrido-abuso-no-parto.html